Jornalistas&Cia 1533

Edição 1.533 - pág. 28 ANOS representadas pelas delegadas Samira de Castro (presidenta da Fenaj e diretora jurídica do Sindicato dos Jornalistas do Ceará), Germana McGregor (secretária de Gênero, Raça e Etnia da Fenaj) e Fernanda Gama (secretária de Mobilização, Negociação Salarial e Direito Autoral da Fenaj e presidenta do Sindicato dos Jornalistas da Bahia). n O Poder360 anunciou esta semana que promoverá a partir de 12/1 o seu 2º Programa de Trainees para “formar novos talentos e cultivar a prática do bom jornalismo profissional”. Ele terá duração de três meses, e receberá 15 participantes em sua sede, em Brasília. Na ocasião, serão apresentados os conceitos básicos sobre a cobertura dos Três Poderes, com ênfase em temas relevantes como economia, agronegócio, energia, infraestrutura e saúde. n Ana Paula Dourado trocou a estabilidade de uma carreira no Senado Federal pela vida missionária em Guiné-Bissau, na África. Atualmente, ela é professora na escola de sua igreja e dá aulas de jornalismo em duas universidades locais. A trajetória da jornalista foi tema de um dos episódios do podcast Transições, apresentado por Sara Ganime. O programa reúne relatos de pessoas que passaram por grandes mudanças de vida e carreira, mostrando como decisões arriscadas podem transformar destinos. Agenda-DF n O livro Uiraçu – em busca das lendas perdidas, de Beto Seabra em parceria com Zelito Passos e Cacá Soares (ilustrações), será tema do Mês do Servidor, que ganhará evento em 15/10, às 16h, no Salão Negro da Câmara dos Deputados. Haverá contação de histórias por Adriana Maciel, dirigida a crianças, além de distribuição do livro. Inscrições até 14 de outubro. Brasília Fernanda Gama (esq.), Samira de Castro e Germana McGregor 100 ANOS DE RÁDIO NO BRASIL Por Álvaro Bufarah (*) (*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo. Vozes de silício, promessas de rádio Neste texto, Álvaro Bufarah analisa dois movimentos recentes do rádio brasileiro diante da inteligência artificial: o uso de clonagem de voz autorizada e a criação de vozes sintéticas inéditas. O primeiro caso ocorreu na BandNews FM, que, com o consentimento de Reinaldo Azevedo, utilizou um clone de sua voz para ler seus comentários durante licença médica. O experimento foi transparente e bem recebido, embora o público tenha notado ausência do “tom humano” característico do jornalista. Paralelamente, empresas como ElevenLabs e Wondercraft lançaram recursos que permitem gerar novas vozes por prompts de texto, controlando parâmetros como idade, sotaque e emoção − uma ferramenta criativa, mas que levanta dilemas éticos sobre identidade, autoria e credibilidade. Bufarah defende que a IA pode fortalecer o rádio se usada com transparência, governança e curadoria humana, respeitando autoria e confiança da audiência. A tecnologia, diz ele, não substitui o jornalista − amplia seu alcance e continuidade. O desafio, portanto, não é técnico, mas editorial: fazer da IA uma linguagem de presença e projeto, e não um truque passageiro. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas. Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.

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