Jornalistas&Cia 1533

Edição 1.533 - pág. 32 ANOS NORTE Amazonas n O trabalho Quando o coronavírus não se vai: as memórias do horror que Manaus viveu na pandemia, do fotojornalista Raphael Alves, foi indicado ao 47º Prêmio de Jornalismo do Instituto Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. u O tema das fotografias é resultado do que ele presenciou durante a pandemia, quando registrou cenas que jamais alguém imaginaria fazer. n A convite da professora e jornalista Ivânia Vieira, Rosiene Carvalho foi palestrante da 14ª edição do Mutirão de Comunicação (Muticom), em Manaus, onde participou de conversa sobre ecologia integral e comunicação. Ela convidada para falar da experiência que tem na BandNews Difusora, com a coluna de política, de conteúdo diário, e o Exclusiva, programa semanal de debates e entrevistas. Os dois prestes a completar oito anos no ar. u O Muticom é um evento que reúne agentes de pastoral, profissionais, estudantes e entusiastas da comunicação de todo o Brasil. É organizado pela CNBB Nacional e, nesta edição, realizado pela Arquidiocese de Manaus. n O ativista social e jornalista Victor Laborda deu início ao ciclo de palestras Fruto da educação que transforma, na Escola Estadual Presidente Castelo Branco, em Manaus. u O local foi escolhido por ter marcado sua trajetória pessoal e acadêmica: foi na instituição que ele cursou e concluiu o Ensino Médio, base de sua formação e ponto de partida para sua carreira. u A palestra foi direcionada aos alunos finalistas dos turnos da manhã e tarde, abordando temas como educação, arte, formação superior e técnica, além de empreendedorismo. u Laborda atualmente está à frente do projeto Ver & Agir, iniciativa que promove ações sociais e educativas em comunidades de Manaus. u Com o ciclo de palestras, ele busca retribuir à escola e à comunidade que fizeram parte de sua formação, inspirando jovens a acreditarem no poder da educação pública como caminho para novas oportunidades. (Com a colaboração de Chris Reis, da coluna Bastidores − [email protected]) Raphael Alves Rosiene Carvalho Victor Laborda PRECIO SIDADES do Acervo ASSIS ÂNGELO Contatos pelos [email protected], http://assisangelo.blogspot.com, 11-3661-4561 e 11-98549-0333 O cego na História (26) Assis Ângelo segue explorando a presença dos cegos e da cegueira na história, misturando fatos, personagens e curiosidades. Parte da tragédia de Édipo, que se cegou ao descobrir seu crime, e faz paralelos inusitados com D. Manuel I, rei de Portugal, e com Lampião, o “rei do cangaço” − todos “certos no alvo”, cada um a seu modo. O autor relembra episódios da expansão portuguesa − as viagens de Duarte Pacheco Pereira e Vasco da Gama em 1498 e o patrocínio de D. Manuel à expedição de Cabral − para depois mudar o foco à literatura brasileira, destacando Júlia Lopes de Almeida, pioneira na representação de personagens femininas cegas. Júlia, ativa entre o fim do Império e a Belle Époque, escreveu contos como A Caolha, A Pobre Cega, A Morte da Velha e O Último Raio de Luz, que abordam a condição feminina e a cegueira. Assis conclui relacionando essa tradição à literatura moderna, citando Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr, como exemplo contemporâneo do mesmo tema. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas.

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