Jornalistas&Cia 1535

Edição 1.535 - pág. 7 ANOS C.A.S.E. Branded content Para Barbara Sapunar, diretora executiva de Business Transformation e ESG da Nestlé, o Scanner das Soluções «é um instrumento de escala e visibilidade, que amplia o alcance de soluções brasileiras com resultados comprovados em diferentes setores”. Grazielle Parenti, vice-presidente executiva de Sustentabilidade da Vale, destaca que “a C.A.S.E. mostra que a transformação já começou e que as empresas brasileiras têm soluções concretas para acelerar uma economia de baixo carbono junto com seus parceiros”. O Bradesco alia sua presença bancária na Amazônia a parcerias estratégicas, como a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), para impulsionar a inclusão financeira, o empreendedorismo e a conservação da floresta. Soluções que inspiram, conectam e transformam Alpargatas, empresa investida da Itaúsa, desenvolveu o reCICLO, programa que já recolheu mais de 480 mil pares de chinelos usados e transformou 150 toneladas de resíduos em novos produtos, em parceria com cooperativas. O Itaú Unibanco, em parceria com a Syngenta, apoia o programa Reverte, que já converteu mais de 270 mil hectares de pastagens degradadas em áreas agricultáveis, beneficiando mais de 300 fazendas em oito estados e provando que é possível expandir a produção sem desmatamento. A Marcopolo investe no desenvolvimento de soluções de mobilidade sustentáveis, como ônibus elétricos, híbridos e movidos a gás natural veicular, biometano e hidrogênio, contribuindo diretamente para a descarbonização do transporte coletivo e qualidade de vida urbana. Natura instalou agroindústrias comunitárias na Amazônia, que aumentam em até 60% a renda das famílias, fortalecem a autonomia feminina e mantêm a floresta em pé. Nestlé promove agricultura regenerativa em mais de 15 mil fazendas. Em 2024, atingiu um marco importante: 41% da matéria-prima adquirida no Brasil é proveniente de propriedades que aplicam práticas regenerativas. Vale desenvolveu o briquete de minério de ferro, inovação que pode reduzir em até 10% as emissões nos altos-fornos das siderúrgicas, além de impulsionar a produção de aço de baixa emissão de carbono.

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