Edição 1.541 - pág. 24 ANOS n Edgard Catoira morreu em 28/11, aos 81 anos. O velório ocorreu no mesmo dia, no crematório e cemitério da Penitência, no Caju. Deixou viúva, dois filhos e quatro netos. Foi casado por mais de 50 anos com a também jornalista Lu Catoira, que fez carreira no jornalismo de moda. Era avô do jornalista Victor Irajá, ex-Veja e hoje na CNN Brasil. u Paulistano, cursou o Instituto Mackenzie. Em 1968, a convite de Mino Carta, seu cunhado, participou da primeira equipe da Veja. Desta passagem, o obituário publicado na Veja recorda a noite da notícia da morte de Vladimir Herzog, em 1975, quando Carta e inúmeros outros amigos reuniram-se em torno de Catoira. “Eu não quero que minha casa vire um aparelho. Não sei o quanto aguento sob tortura”, disse para proteger os filhos, então crianças muito pequenas. u Anos depois, assumiu a sucursal da revista em Salvador, onde conheceu Lu, sua mulher. Chegou ao Rio para implantar a sucursal da Abril. Escreveu o livro Jardim Botânico do Rio de Janeiro, editado em 1992. Voltou a trabalhar com Mino na CartaCapital, fundada em 1994. Mais tarde, passou por secretarias Municipais do Rio. Foi diretor e conselheiro da ABI nas gestões de Maurício Azedo. Registro-RJ Morreu Edgard Catoira, de grandes revistas Rio de Janeiro Edgard Catoira EM AÇÃO A Rede JP é uma rede de jornalistas negros, indígenas e periféricos do Brasil e do exterior focados em tornar a comunicação social mais diversa e representativa em toda a sua estrutura. Atuamos com os pilares de representatividade, educação e oportunidade. Conheça o nosso banco de talentos e acesse as nossas redes: @RedeJP | Linktree. Construir vínculos e inspirar as pessoas: é para isso que existimos. Faça parte da nossa rede: [email protected] R E D E Esta coluna é de responsabilidade da Jornalistas Pretos – Rede de Jornalistas pela Diversidade na Comunicação A Rede Jornalistas Pretos, em parceria com a Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), realizou em 24/11 o encontro Resistir É Comunicar. Integrado à programação da agenda da Marcha das Mulheres Negras 2025, o encontro teve como principal enfoque o jornalismo e a comunicação como territórios centrais de ativismo e luta por direitos das mulheres negras na comunicação, além de marcar o lançamento da cartilha da Rede de Proteção Digital a Comunicadoras Negras (REPCONE), também realizadora junto aos programas regionais Vozes da Rede e Red de Periodistas Afrolatinos. Com participações nacionais e internacionais, o evento contou com painéis de discussão e homenagens para um auditório lotado na Faculdade de Comunicação da UnB, incluindo falas de experiências das comunicadoras envolvidas e suas reflexões sobre a participação da mulher na comunicação e a importância de redes coletivas de proteção e ativismo afrofeminino. Parrticiparam convidadas como Sandra Chagas, Mayara Nunes, Jacira Silva, Juliana Cezar Nunes e representantes dos institutos AfroColectiva e AzMina, entre outros nomes (saiba+). Rede Jornalistas Pretos e UnB promovem debate e encontro conscientizador Evento fez parte da Marcha das Mulheres Negras 2025
RkJQdWJsaXNoZXIy MTIyNTAwNg==