Edição 1.541 - pág. 27 ANOS n O Festival Nascer de uma Nova Era, realizado em Brasília em 28/11, marcou não apenas os 25 anos da Oficina Consultoria, mas a consolidação de um modelo contemporâneo de atuação baseado em reputação, influência e economia colaborativa, como definiu a empresa. A comemoração reuniu clientes e parceiros, e contou com as participações de Juliana Müller, Grupo Mesô, a Escola de Samba Acadêmicos da Asa Norte e DJs locais. A equipe da agência, composta por 200 profissionais, orgulha-se de ser liderada por mulheres, e foi eleita pelo prêmio TOP Mega Brasil a mais admirada agência de comunicação do País em três ocasiões, uma delas este ano. u “Começamos como um birô de conteúdo, evoluímos para consultoria e hoje nos consolidamos como uma rede de reputação e influência”, ressalta Patrícia Marins, sóciafundadora da Oficina. “A cada ciclo, nos reinventamos sem perder a essência: compreender contextos, pessoas e narrativas para transformar realidades”. Liliane Pinheiro, Patrícia Marins e Natália Lima Brasília Rio Grande do Sul (*) n Após um hiato de seis anos, a Associação dos Delegados de Polícia do Rio Grande do Sul retomou neste ano o Prêmio Asdep de Jornalismo. Em sua nona edição, a premiação destacou entre os vencedores trabalhos de Roberto Martinez, do Brasil de Fato (Fotojornalismo); Fábio Schaffner, de GZH (Áudio); Leticia Mendes Pacheco e Julia Ozório, também de GZH (Texto); Giovani Grizotti, da RBS TV (Vídeo); e Humberto Trezzi, de GZH (Conteúdo Opinativo). Confira a coberturas do evento no Coletiva.net. GZH fatura três troféus no retorno do Prêmio Asdep Asdep Cíntia Lentilha/Coletiva.net Antônio Hohlfeldt Clarissa Menna Barreto/Famecos/PUCRS E mais... n A 9ª Câmara do TJRS anulou em 25/11, por decisão unânime, a condenação de Rosane de Oliveira e do jornal Zero Hora por danos morais à desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira. Os desembargadores entenderam que a profissional atuou dentro dos limites da liberdade de imprensa. Em maio, Rosane e o Grupo RBS haviam sido condenados em primeira instância ao pagamento de R$ 600 mil por suposta distorção de informações sobre a remuneração da magistrada. Saiba mais em Coletiva.net. n Antônio Hohlfeldt encerrou sua trajetória como presidente da Fundação Theatro São Pedro em 25/11, após sete anos no cargo. A saída ocorreu duas semanas depois de ele anunciar que o teatro suspenderia suas atividades em 2026 por falta de pessoal e mão de obra especializada. O chefe da Casa Civil, Arthur Lemos, negou que o desligamento seja uma retaliação e afirmou ao Correio do Povo que “gestão pública não é cargo vitalício” e que o governo busca novas soluções para os problemas da instituição.
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