Jornalistas&Cia 1541

Edição 1.541 - pág. 30 ANOS (*) Colaboração de Lauriberto Braga ([email protected] e 85-99139-3235), com Rendah Mkt & Com ([email protected] e 85-3231-4239). Ceará (*) dezenas de jornalistas e parceiros. Destaque para as presenças de Marlyana Lima, Lúcia Ribeiro, Patrícia Porto, Elias Bruno, Mayara Inês, Regina Carvalho, Felipe Palhano, Israel Oliveira, Gleyce Matias, Rodrigo Pereira, Colombo Cialdini, Cláudio Silveira e Kátia Cilene. n A VSM Comunicação comemora 36 anos de fundação. Empresa referência no Norte e Nordeste, atende a clientes de destaque e acumula prêmios nacionais em comunicação corporativa. Hoje a VSM é comandada por Marcos André Borges e Carla Matos. n O portal Paparazoom, de Jaqueline Maya, comemora 13 anos com festa no Rooftop Viriato Luxury. Presenças dos jornalistas Roberto Alves, Jackson Braga, Lúcia Ribeiro e Lídia Oliveira. Jaqueline trabalhou em TV Diário, TV União e foi RP da Boate Republic. n Karol Bang e a médica Naiza Ferreira lançam um portal de saúde-cultural. n Clarissa Capistrano e Patrícia Moreira lançaram o podcast Mentes que Movem. O episódio de estreia foi com a secretária de Saúde do Ceará, Tânia Mara. n Depois de três anos e meio afastada da TV Verdes Mares devido um câncer, Marina Alves está de volta ao trabalho. Ela precisou de um transplante de medula e se recuperou. Inclusive foi tema do filme exibido pela TV Globo Milagre do Destino. n O Prêmio Ministério Público do Ceará 2025 divulgou na última semana os vencedores de suas quatro categorias. Em Telejornalismo, o primeiro lugar ficou com Livre e Ponto – Sem Desculpas e Culpas, de Théa Morel (TV Ceará). No Fotojornalismo, o destaque foi Farol do Mucuripe: Luz que resiste ao tempo, de Mateus Dantas (Agência de Notícias da Câmara Municipal de Fortaleza). A mesma pauta garantiu a categoria Jornalismo Impresso/Web para Vandecy Dourado, da mesma agência. Já em Radiojornalismo, a vencedora foi Sarah Dantas (Verdinha FM), com o trabalho Mais que o Giz. Confira o resultado completo no site oficial da premiação. Marcos André Borges e Carla Matos Jaqueline Maya Patrícia Moreira, Tânia Mara e Clarissa Capistrano Marina Alves Renata Benevides e Karla Rodrigues Tuitão do Daniel A arte de escrever histórias em apenas 700 caracteres, incluindo os espaços – nenhum a mais, nenhum a menos Por Daniel Pereira (daniel07pereira@ yahoo.com.br), especial para J&Cia (*) Batizado há 46 anos no Grupo Estado, Daniel Pereira passou por Rádio Bandeirantes, TV Record, coordenou a Comunicação do Governo de SP na ECO-92 e foi assessor de imprensa no Memorial da América Latina. Publicou em 2016 O esquife do caudilho e acaba de concluir O último réu. Madrugada de Cinzas, o lotação gemia na rampa tentando chegar ao Final Feliz, destino dos últimos foliões do carnaval em Ipanema. Entre eles, mestre Noé, historiador que deu o nome ao lugar. Estranha no ninho, Matilde não tinha noção do perigo: desço aqui, disse ao motorista. Foi advertida pelo mestre: cuidado, moça, aqui é o começo do inferno. Fez ouvidos moucos. Breu e frio se abraçavam quando ela sacou sua lanterna e clareou a pirambeira. Os nomes na cruz de madeira continuavam lá, entre eles o da irmã, que ela jurou vingar. Escalou o morro. Quando desceu, um mês depois, ao lado da velha cruz havia outra: “Aqui jaz alguém que devia saber: a vingança é um prato que se come frio”. Prato frio

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