Edição 1.541 - pág. 5 ANOS Inscreva-se! Consulte o regulamento no site. Quando o jornalismo tem com quem contar, ele chega mais longe. Prêmio Sicredi Participe do Comunicação em Rede Nacionais n A BandNews FM estreou na semana passada o projeto EmílIA, uma repórter criada com inteligência artificial que passa a fazer parte da programação esportiva da rádio. A estreia ocorreu durante a transmissão do jogo entre Flamengo e Palmeiras, pela final da Copa Libertadores da América, com a EmílIA trazendo, ao longo da cobertura, dados e curiosidades do confronto entre as duas equipes. u A inspiração para o nome EmílIA vem da personagem Emília da coleção Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato. Segundo a Bandeirantes, assim como a boneca de pano da história, “a EmílIA também estará aprendendo no dia a dia e evoluindo conosco, à medida que essa tecnologia vai se transformando”. A ideia, de acordo com a emissora, é utilizar, aos poucos, a repórter de IA em outras transmissões esportivas e programas, trazendo dados e detalhes obtidos com o uso de inteligência artificial, mas sempre com a checagem profissional dos jornalistas da Band. BandNews estreia EmílIA, repórter criada com inteligência artificial Steve Johnson/Unsplash n A Justiça de São Paulo condenou a Jovem Pan por danos morais coletivos devido às fake news propagadas pela emissora durante as eleições de 2022. Na decisão, a juíza Denise Aparecida Avelar, da 6ª Vara Cível Federal de São Paulo, obriga a Jovem Pan a pagar uma indenização de R$ 1,58 milhão por desinformação e incentivo a atos antidemocráticos. A ação foi protocolada pelo Ministério Público Federal e pela União. Cabe recurso. u Segundo informações do UOL, a juíza entendeu que, durante o período eleitoral de 2022, a Jovem Pan “extrapolou a liberdade de radiodifusão” e que seus principais programas promoviam e estimulavam ataques a autoridades públicas e instituições, além de questionarem a legitimidade do processo eleitoral. Na decisão, a magistrada destacou ainda que, após os resultados das eleições, os comentaristas da Jovem Pan fizeram “discursos de insurreição e apoio à hipótese de intervenção das Forças Armadas”. u “A emissora não teve por intenção suscitar debates críticos”, declarou a juíza. Segundo ela, foi possível detectar um grande modus operandi por parte dos comentaristas da Jovem Pan, que evidenciavam “descrença no processo eleitoral e no regime democrático como um todo”. Apesar da condenação por danos morais, o pedido para o cancelamento das outorgas de radiodifusão da emissora foi rejeitado. Para a magistrada, apesar da conduta ser grave, a cassação das outorgas seria uma “medida extrema”. Procurada pela reportagem do UOL, a rádio declarou que não comenta questões judiciais. Justiça de SP condena Jovem Pan por desinformação durante as eleições de 2022
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