Jornalistas&Cia 1541

Edição 1.541 - pág. 7 ANOS A COP30 terminou e os resultados de comunicação da Casa do Seguro superaram todas as expectativas. O trabalho de PR, com uma press trip com nove jornalistas de diferentes veículos, além dos parceiros de mídia, rendeu mais de 600 impactos sobre a agenda da Casa do Seguro apenas entre os dias 10 a 21 de novembro. Para as redes sociais (Instagram, TikTok, LinkedIn e YouTube) foram mais de 150 conteúdos apenas nos 11 dias da COP30, que geraram resultados expressivos: y+16 mil visualizações no YouTube y+3.8 milhões de visualizações no Instagram y+ 12 mil interações no Instagram y+33 mil usuários alcançados no LinkedIn y+ 79 mil impressões no LinkedIn y+180 mil reproduções dos vídeos no LinkedIn A Casa do Seguro tinha um estúdio onde foram gravados 26 podcasts com grandes nomes, como Dan Ioschpe (campeão climático da COP30), Laurence Tubiana (enviada especial da União Europeia para COP30), Roberto Rodrigues (ex-ministro da Agricultura e professor da FGV), Igor Calvet (presidente da Anfavea), além dos principais executivos dos setores segurador e financeiro do País. Além do podcasts, a CNseg gravou outras 89 entrevistas que foram publicadas em seus canais. Casa do Seguro posiciona o setor segurador no centro dos debates climáticos 100 ANOS DE RÁDIO NO BRASIL Por Álvaro Bufarah (*) (*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo. Nesta semana, Álvaro Bufarah aborda o estudo The Podcast Landscape 2025, da Sounds Profitable com a Signal Hill Insights, que confirma a maturidade do podcast nos EUA: 55% dos adultos já escutam mensalmente, 38% semanalmente, e os ouvintes frequentes chegam a 6,3 horas semanais (21% ultrapassam 10h). A audiência é ampla e diversificada por faixa etária. O vídeo torna-se parte estrutural do formato: 79% dos entrevistados aceitam algum nível de audiovisual no podcast. O YouTube lidera como plataforma primária (40%), seguido por Spotify (18%) e Apple (11%). O smartphone domina, mas a smart TV já é 4º dispositivo mais usado (9%) – e, entre esses usuários, 76% consomem via YouTube. Esse movimento redefine hábitos: o podcast deixa o fone e ocupa a sala, o carro, o coworking. O Brasil acompanha o avanço – o Inside Audio 2025 da Kantar IBOPE Media registra 92% de consumo de áudio digital ou rádio, e a penetração de smart TVs ultrapassou 60% dos lares com banda larga. Com a expansão do “áudio + vídeo”, o desafio para produtores e emissoras é pensar multiplataforma: o podcast precisa estar disponível onde o público estiver – no bolso, na tela ou no ambiente. O áudio amadureceu e virou encontro em movimento. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas. Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.

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