Jornalistas&Cia 1543

Edição 1.543 - pág. 23 ANOS (*) Colaboração de Lauriberto Braga ([email protected] e 85-99139-3235), com Rendah Mkt & Com ([email protected] e 85-3231-4239). Ceará (*) Brasil recepcionaram os jornalistas e publicitários Rogério Gomes, Hermann Hesse, Isabela Martins, Dina Sampaio, Miguel Anderson Costa, Eli França, Fernando Hélio, Duda Brígido, Angélica Paiva, Deyse Moura, Leonardo Ribeiro, Lauriberto Braga, Carmen Pompeu, Maurício Lima, Márcio Teles, Victor Ximenes, Inácio Aguiar, Eliézer Rodrigues, Marco André Borges, Carla Matos, Eleazar Barbosa, Edson Ferreira, Paulla Pinheiro e Katiúzia Rios. n TV Verdes Mares, G-1 Ceará, Rádio Verdinha FM 92.5, Rádio Jovem Pan News Fortaleza e O Otimista venceram o II Prêmio Universidade Federal do Ceará de Jornalismo. Destaque para Luciano Augusto, da Jovem Pan News, que venceu na categoria Radiojornalismo com a série Do laboratório à vida real – A ciência que cuida e transforma. O reitor da UFC, professor Custódio Almeida, entregou a premiação. n A FM Benfica comunicou o falecimento de Beto Raulino, o Locutor Alegria, ocorrido na madrugada de 16 de dezembro. Angelica Paiva, Wanger Rocha e Lauriberto Braga Rogério Gomes, Hermann Hesse, Isabela Martin e Carmen Pompeu Custódio Almeida e Luciano Augusto Beto Raulino 100 ANOS DE RÁDIO NO BRASIL Por Álvaro Bufarah (*) (*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo. Nesta semana, Álvaro Bufarah analisa a transição silenciosa, porém decisiva, do rádio tradicional para um modelo 100% digital, tomando como referência os resultados financeiros do segundo trimestre de 2025 nos Estados Unidos. Dados de grupos como iHeartMedia, MediaCo e Townsquare Media mostram que a receita digital – especialmente áudio digital e podcasts – já sustenta ou compensa a queda do AM/FM, consolidando uma estratégia “digital-first”. O autor destaca que os anunciantes não abandonaram o rádio, mas exigem sua presença no ecossistema digital, com streaming, podcasts e dados de audiência. A participação da publicidade digital no rádio local norte-americano cresce rapidamente, sinalizando uma mudança estrutural no mercado. Esse cenário abre espaço para novos modelos de monetização, como pacotes integrados que combinam transmissão ao vivo, aplicativos, redes sociais, branded content e mídia programática. Para as emissoras, o desafio é duplo: manter a força do alcance ao vivo e, simultaneamente, investir em formatos digitais monetizáveis. Bufarah observa que, embora o rádio brasileiro ainda tenha grande relevância local, o País pode “saltar etapas”, adotando desde já modelos integrados de rádio, podcast, dados e publicidade regional. A coluna conclui que o rádio não perdeu sentido – apenas se transformou. A sobrevivência e o crescimento do meio dependem da capacidade de se reposicionar como plataforma de mídia, baseada em interação, personalização e dados. A revolução, afirma o autor, não é barulhenta: acontece no clique, no app, no podcast patrocinado e na inteligência sobre a audiência. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas. Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.

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