Jornalistas&Cia 1546

Edição 1.546 - pág. 14 ANOS AUTO Patrocínio n A Toyota ganhou um reforço com a chegada do gerente-geral de Comunicação Ricardo Castellani. Eleito no ano passado um dos dez executivos de Comunicação mais admirados do Brasil, segundo a PR Scope, ele estava até outubro passado na Novo Nordisk, onde atuou por cinco anos e meio. u Sue chegada à Toyota marca ainda o retorno do executivo ao setor automotivo, onde começou a carreira como estagiário na Magneti Marelli e atuou por quase 12 anos, até sua saída em 2015. De lá pra cá, também passou por Paranapanema, Whirlpool e Fundação Iochpe. E mais... n A Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores promoverá na próxima terça-feira (20/1) coletiva para apresentar os números de licenciamentos de suas associadas em 2025 e debater outros temas relevantes para a entidade. Durante o encontro, que terá início às 11h, no Hotel Renaissance (Al. Santos, 2.233), em São Paulo, também será apresentado o estudo Perspectivas e tendências do setor automotivo brasileiro para 2026. Confirmação de presença com Koichiro Matsuo (k.matsuo@textofinal. com ou 11-3849-8633). n A Revista Torque, comandada por Marcus Lauria, ganhou novo endereço: revistatorque.blogspot.com. Para contatos comerciais, sugestões de pautas ou suporte, o novo e-mail é [email protected]. Ricardo Castellani é o novo gerente de Comunicação da Toyota Ricardo Castellani PRECIO SIDADES do Acervo ASSIS ÂNGELO Contatos pelos [email protected], http://assisangelo.blogspot.com, 11-3661-4561 e 11-98549-0333 O cego na História (38) Neste capítulo de O cego na História, Assis Ângelo discute o feminicídio como violência antiga e universal, presente desde os primórdios da ficção e da literatura. O autor percorre exemplos clássicos, de Victor Hugo a Dostoiévski, questionando como a morte de mulheres foi tratada ao longo da história – ora como homicídio, ora naturalizada pela narrativa. Cita também José de Alencar, que, apesar de defensor das mulheres, retratou em Til um assassinato brutal cometido por um marido. Assis contextualiza o surgimento do termo feminicídio, consolidado apenas no século 20, e relaciona essa evolução às conquistas femininas no Brasil, como o direito ao voto, ao trabalho e à igualdade constitucional, além da Lei Maria da Penha. O texto lembra que, ainda hoje, ao menos quatro mulheres são assassinadas diariamente no País por companheiros ou ex-companheiros. O autor encerra com o conto O Monstro, de Sérgio Sant’Anna, em que a violência atinge o ápice no estupro e assassinato de uma jovem cega, expondo a frieza, o sadismo e a banalização do crime. A reflexão final aponta para a persistência do feminicídio na vida real e na ficção, apesar dos avanços legais e sociais. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas.

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