Jornalistas&Cia 1558

Edição 1.558 - pág. 5 ANOS n Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), e Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), assinaram nessa terça-feira (7/4), Dia do Jornalista, o Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores Sociais. O objetivo é padronizar os procedimentos de investigação em casos de violência contra a imprensa. u O protocolo, elaborado no âmbito do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, com colaboração de entidades defensoras do jornalismo, visa a garantir a proteção de comunicadores atacados e agredidos, além de padronizar os procedimentos investigativos desses casos, evitando que a motivação do crime (o exercício da atividade jornalística) seja ignorada durante a apuração. A ideia é que ataques contra a imprensa brasileira não fiquem impunes, que as vítimas recebam a proteção devida e que as instituições tenham as ferramentas adequadas para lidar com a violência contra a categoria. (Com informações da Abraji) Nacionais Governo assina protocolo para investigação de crimes contra jornalistas Por Plínio Vicente (pvsilva42@ gmail.com), especial para J&Cia (*) Plínio Vicente é editor de Opinião, Economia e Mundo do diário Roraima em tempo, em Boa Vista, para onde se mudou em 1984. Foi chefe de Reportagem do Estadão e dedica-se a ensinar aos focas a arte de escrever histórias em apenas 700 caracteres, incluindo os espaços. Tuitão do Plínio A arte de escrever histórias em exatos – nenhum a mais, nenhum a menos – 700 caracteres, incluindo os espaços Enfermeiro em São Paulo, Miguel foi atraído pelo bom salário, engordado pelos 40% da gratificação de localidade, e aceitou vir trabalhar em Roraima, lotado no posto de saúde recém-construído pelo antigo SPI, ancestral da Funai. Chegou na maloca Palamiú, Norte do território, e a estranheza foi total. Para ele, que nunca vira tanto mato na vida, e também para os indígenas. Andando quase nus, riam do jeito jequi das suas roupas e passaram a chamá-lo de tibira, termo usado para qualificar homens afeminados. O seu jeito de ser, tratando a todos com delicadeza, conquistou as mulheres da aldeia. Com o tempo ficou tão famoso que resolveu mudar o sobrenome: passou a se chamar Miguel Tibira de Almeida. Jequi – [Do tupi.] – Substantivo masculino – 1. (...); 2.Bras. Amaz. N.E. Justo, apertado; jequito (...) (Aurélio). O tibira do Palamiú 100 ANOS DE RÁDIO NO BRASIL Por Álvaro Bufarah (*) (*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo. TikTok lança rádio online A estreia da TikTok Radio, em parceria com a iHeartMedia, apresentada no SXSW, sinaliza a dissolução das fronteiras entre plataformas digitais e rádio tradicional. O projeto transforma a lógica algorítmica do TikTok em uma experiência sonora contínua, combinando curadoria baseada em dados com mediação humana e distribuição simultânea em streaming e emissoras de rádio nos EUA. A iniciativa inclui também uma rede de podcasts com criadores, reforçando a migração da autoridade editorial para influenciadores. Mais do que ocupar o rádio, o movimento indica uma inversão: o meio passa a ser incorporado à lógica das plataformas, levantando questões sobre curadoria, diversidade e o próprio futuro do rádio. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas. Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.

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