Edição 1.411 página 12 Por dentro da Comunicação Pública Dentre todas as Polícias Militares do País, a PM do Estado de São Paulo tem o pior desempenho no quesito transparência ativa, ou seja, na disponibilização online de informações para a sociedade. É o que aponta o relatório Mapa de Acesso a Informações Públicas 2023: avaliação de transparência ativa e passiva das polícias militares, lançado pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). A pesquisa analisou os sites institucionais das PMs dos 26 estados e do Distrito Federal e mais de 300 pedidos de acesso à informação enviados às corporações. A publicação do mapa ocorre em comemoração aos 11 anos de vigência da Lei de Acesso à Informação (LAI), implementada em 16 de maio de 2012. A pesquisa completa pode ser acessada aqui. Em breve, todos os pedidos de informação realizados pelo Mapa de Acesso a Informações Públicas 2023 estarão disponíveis na plataforma do Achados e Pedidos. (Com informações do site da Abraji) PM de São Paulo tem o pior desempenho em transparência ativa das polícias no Brasil EM AÇÃO A Rede JP é uma rede de jornalistas negros, indígenas e periféricos do Brasil e do exterior focados em tornar a comunicação social mais diversa e representativa em toda a sua estrutura. Atuamos com os pilares de representatividade, educação e oportunidade. Conheça o nosso banco de talentos e acesse as nossas redes: @RedeJP | Linktree. Construir vínculos e inspirar as pessoas: é para isso que existimos. Faça parte da nossa rede: [email protected] R E D E Esta coluna é de responsabilidade da Jornalistas Pretos – Rede de Jornalistas pela Diversidade na Comunicação Representantes da Rede JP e de outras organizações jornalísticas se reuniram no Fórum sobre Sustentabilidade no Jornalismo de Interesse Público (FSJIP) para debater temas atuais da profissão. O Fórum busca ser um espaço de discussão multissetorial e interdisciplinar sobre regulação das plataformas digitais e remuneração da atividade jornalística. Participaram representantes de Nexo, Revista Fórum, Desenrola e não Enrola, Ponte Jornalismo, Fenaj, Ajor, entre outros. Sustentabilidade no Jornalismo O movimento racista contra o jogador Vinicius Jr. é só mais um capítulo vergonhoso na história do futebol. Era o assunto de ilustres e veteranos torcedores do Fluminense no Bar do Fidélis quando o decano da turma resgatou o episódio que deu ao clube o apelido de pó de arroz. No começo do século 20 os primeiros negros que se arriscavam no campo tinham que usar toucas ou passar pó de arroz no rosto para disfarçar a cor da pele. O Fluminense ficou com a fama, mas a verdade é que foi um menino de 15 anos, Miguel do Carmo, o primeiro negro do futebol brasileiro. Ele não só jogou como foi um dos fundadores da Ponte Preta de Campinas. E, até onde se sabe, não precisou usar o pó de arroz. Tuitão do Daniel Por Daniel Pereira (daniel07pereira@ yahoo.com.br), especial para J&Cia (*) Batizado há 46 anos no Grupo Estado, Daniel Pereira passou por Rádio Bandeirantes, TV Record, coordenou a Comunicação do Governo de SP na ECO-92 e foi assessor de imprensa no Memorial da América Latina. Publicou em 2016 O esquife do caudilho e acaba de concluir O último réu. Pó de arroz
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