Edição 1.411 página 17 conitnuação - Rio de Janeiro n O repórter Vitor Chicarolli, do Meu Timão, site segmentado de notícias sobre o Corinthians, foi agredido nesse domingo (22/5) por um torcedor do Flamengo no Maracanã, após a vitória do time carioca pelo Campeonato Brasileiro. u Segundo relato do jornalista, o motivo da agressão teria sido o fato de que Chicarolli não estava comemorando a vitória do Flamengo. O torcedor deu um tapa na nuca do repórter, e dirigiu vários xingamentos a ele. Após o ocorrido, colegas da imprensa carioca ajudaram Chicarolli e lamentaram a agressão. Eles disseram que casos semelhantes acontecem com certa frequência nas tribunas do Estádio Mário Filho. u No Maracanã, a imprensa fica próxima ao setor destinado às cadeiras cativas, que, no caso em questão, estavam ocupadas por torcedores flamenguistas. Segundo Chicarolli, antes do jogo, um policial do Batalhão Especializado em Policiamento em Estádio (BEPE) conversou com os jornalistas presentes sobre dar suporte em caso de algum tipo de incidente com torcedores. Após a agressão, porém, o repórter não encontrou nenhum segurança por perto. n Igor Marques, subsecretário de Comunicação Social do Governo do Estado, anunciou a criação de um Centro de Mídia. Será uma estrutura ampla e moderna, com equipamento de última tecnologia, e que se propõe a ser uma referência no País, pronta para atender às equipes de comunicação do Governo e aos profissionais de imprensa do Brasil e do exterior, de vários veículos de comunicação. u Serão três pavimentos e quase 1.300 m² de área. Haverá uma redação capaz de receber 200 profissionais, um local amplo, com três estúdios de TV, um novo estúdio para a Rádio Roquette Pinto, Sala de Inteligência Digital, Sala de Publicidade, além de uma Sala de Imprensa capaz de receber quase 70 profissionais. u O espaço se propõe a aproximar o governo e os jornalistas, permitindo acesso mais ágil às pautas governamentais. E, ao mesmo tempo, um local que possibilite a sinergia entre as assessorias de todas as secretarias estaduais, para integrar o seu trabalho. Quando finalizado, o novo Centro de Mídia do Governo do Estado do Rio de Janeiro receberá até 400 profissionais diariamente. n Michel Silva anuncia para o segundo semestre o retorno do Fala Roça impresso, que havia sido suspenso desde a pandemia. Essa e outras novidades marcam as comemorações pelos dez anos de circulação do jornal. Silva compara a importância da mídia impressa com um oásis no deserto de informação relevante em áreas com acesso limitado à internet. u O jornal retornará com tiragem de 5 mil exemplares, distribuídos nos becos e vielas da Rocinha. Com isso, pretende fortalecer o engajamento comunitário, permitindo que os moradores da favela estejam informados sobre questões importantes que afetam a sua região. u Diretor da organização, Michel destacou que o jornal passará ainda por mudanças significativas esse ano, como reformulação gráfica, modo de leitura e na relação com os moradores. A finalidade é oferecer uma experiência enriquecedora aos leitores e manter o jornal impresso em circulação, seguindo um modelo sustentável. u A versão digital aumenta a usabilidade e amplia a publicação de novos conteúdos, utilizando diferentes formas de comunicação com os moradores da Rocinha. u A versão impressa tem ainda por objetivo preservar a memória e história local. O jornal, além de fornecer informações atuais, valoriza a contextualização histórica em suas reportagens. Os exemplares podem ser lidos em diferentes épocas, permitindo às futuras gerações o acesso a um legado cultural único da favela. Repórter é agredido por torcedor do Flamengo no Maracanã Vitor Chicarolli Central de Mídia do Governo do Estado vai atender a demandas da imprensa nacional e internacional Local reservado para o Centro de Mídia Jornal Fala Roça volta na versão impressa O jornal nas ruas da comunidade n O livro Rede Manchete – 40 anos de histórias vivas tem lançamento marcado para 5/6, quando a emissora, se ainda existisse, faria 40 anos. Será das 19h às 22h, no restaurante Garota da Gávea (praça Santos Dumont, 148). u Luiz Santoro reuniu depoimentos de 40 antigos funcionários para relatarem suas memórias. A editora Zélia Guerra, da Planeta Azul, e que aparece na foto, com o livro, foi uma das incentivadoras do projeto. Mancheteiros de plantão lançam livro de memórias Zélia Guerra
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