Jornalistas&Cia 1551

Edição 1.551 - pág. 25 ANOS Ranking +Premiados da Imprensa n Alguns ajustes promovidos nos últimos dias impactaram diretamente a posição no Ranking +Premiados da Imprensa Brasileira 2025 de dois jornalistas premiados no ano passado. u Em um deles, a gaúcha Cleidi Pereira somou 50 pontos pela conquista do 42º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, na categoria Grande Reportagem (Livro), com Confissões de um torturador: a última entrevista do Coronel Ustra (Insular). Durante a pesquisa, esta conquista não havia sido computada. Após a correção, ela passou a ocupar na 5ª posição entre os +Premiados Jornalistas do Ano na Região Sul, e a 73ª no recorte Nacional. u Já entre os +Premiados Jornalistas da História, onde passa a somar 100 pontos juntamente com outros dois prêmios conquistados anteriormente, Cleidi pulou da 2.821ª para a 992ª posição no ranking Nacional, e da 369ª para a 149ª na Região Sul. n Thiago Domenici, diretor da Agência Pública em Brasília, teve um de seus prêmios conquistados em 2025, o Amaerj Patrícia Acioli, creditado na Região Sudeste, quando o correto seria na Centro-Oeste, onde atua desde 2023. Além disso, o recorte nacional considerou apenas sua pontuação do CCNow Journalism Awards, por isso registrou 25 pontos a menos do que o correto. u Após os ajustes, ele chegou a 62,5 pontos no ano passado, o que lhe rendeu a 50ª posição no Ranking dos +Premiados Jornalistas do Ano e o quarto lugar no Centro-Oeste. Cleidi Pereira e Thiago Domenici melhoram posições no Ranking após ajustes Cleidi Pereira Thiago Domenici 100 ANOS DE RÁDIO NO BRASIL Por Álvaro Bufarah (*) (*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo. Na coluna desta semana, Álvaro Bufarah analisa como o consumo de esportes no Brasil migrou da centralidade da televisão para um ecossistema digital e multiplataforma, destacando que o País se tornou o segundo maior mercado global de esportes online, segundo dados da Comscore divulgados pela revista Tela Viva. O acompanhamento esportivo passou a ocorrer principalmente pelo celular, em formatos fragmentados como vídeos curtos, transmissões ao vivo, podcasts e interações em redes como YouTube e TikTok, com destaque para projetos como CazéTV e geTV. Apesar da expansão das telas, o texto ressalta que o rádio não perdeu relevância, mantendo forte presença no consumo esportivo em tempo real, especialmente durante deslocamentos e atividades cotidianas, conforme pesquisas da Kantar Ibope Media e da Nielsen Audio. O autor argumenta que, enquanto o vídeo favorece a descoberta e o texto organiza a memória, o áudio sustenta o vínculo emocional com o esporte, oferecendo experiência coletiva e simultânea sem a mediação direta de algoritmos. Projeções indicam que grandes eventos, como a próxima Copa do Mundo, sediada em Estados Unidos, Canadá e México, devem consolidar o modelo multitelas, com crescimento também das experiências sonoras e do áudio digital. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas. Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.

RkJQdWJsaXNoZXIy MTIyNTAwNg==