Edição 1.551 - pág. 9 ANOS Comunicação Corporativa n Nathália Valentini iniciou em outubro nova jornada na Weber Shandwick, como executiva sênior para o atendimento de PR à conta da The Heikenen Company. Esteve, até então, por quase 6 anos, na Ideal Axicom, onde foi estagiária e, por último, executiva sênior para o atendimento à AMD. n Rafael Pinheiro, especialista em comunicação interna, cultura e engajamento no Will Bank, despediu-se da instituição em outubro, após um 1 ano e 2 meses de casa. Antes, esteve por quase 3 anos e meio na Zenvia, por último como especialista em responsabilidade social e DE&I. n Vyllena Albuquerque, que foi por 1 ano e meio analista de relações públicas na IBM, mesmo período em que atuou na função de executiva pleno na Edelman, está desde outubro no Itaú Unibanco, contratada para o cargo de analista pleno de planejamento. Licença-maternidade n Daniela Meibak, sócia-diretora da Deal Comunicações, em São Paulo, na agência desde agosto de 2019. n Larissa Batista Silva, analista sênior de comunicação na Pepsico, em São Paulo, na organização desde abril de 2022. Nathália Valentini Rafael Pinheiro Vyllena Albuquerque Daniela Meibak Larissa Batista Silva n Sob ataque frontal da Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj e a partir de algumas dúvidas levantadas pelos associados da ABCPública, o Conselho Federal dos Profissionais de Relações Públicas – Conferp, por meio de sua presidente, Ana Lúcia Novelli, que também é RP do Senado há 28 anos, ofereceu aos colegas daquela entidade explicações sobre a Resolução que flexibiliza o registro profissional de relações públicas a profissionais com formação em áreas congêneres e que exerçam funções de RP. u O associado da ABCPública que levantou a dúvida sobre as acusações da Fenaj afirma não compreender o tom da nota, uma vez que a resolução não trata de obrigatoriedade. “Se não me engano”, assinalada o associado, ”trata-se de uma porta aberta pelo Conferp para conceder registro a profissionais de outras áreas que atuam com atividades do campo das relações públicas. Algo como ‘você é profissional da comunicação, preenche requisitos e atua como RP, registre-se no sistema Conferp’”. u Novelli então se pronunciou: u “A Resolução em questão não cria obrigatoriedade genérica para jornalistas nem altera a legislação da profissão. Ela segue exatamente a lógica de possibilitar o registro àqueles profissionais que, independentemente da formação de origem, já atuam no campo das Relações Públicas e preenchem os requisitos legais. u “Não se trata de ‘ameaça’ ou ampliação indevida de competência, mas de interpretação do escopo profissional já previsto na legislação. u “Desde dezembro o Conferp vem solicitando reunião institucional com a Fenaj justamente para alinhar esse entendimento e evitar ruídos desnecessários. Seguimos aguardando agenda para que o diálogo aconteça de forma técnica e transparente. u “No mais, se a intenção é esclarecer – estamos absolutamente na mesma linha.” Pelas instituições Flexibilização do registro profissional de RP aos jornalistas: as considerações do Conferp sobre as acusações da Fenaj Ana Lucia Novelli
RkJQdWJsaXNoZXIy MTIyNTAwNg==