Edição 1.554 - pág. 3 ANOS Últimas n Questões sobre a relevância do jornalismo de saúde e ciência no póspandemia, como investir de maneira independente no setor, o jornalismo de Saúde fora do Eixo Rio-SP-DF, como anda a saúde mental dos jornalistas, projetos corporativos que incentivam o setor e prêmios de jornalismo da área, entre outras, serão foco da edição especial de J&Cia para o Dia do Jornalista, celebrado em 7 de abril. Ele será dedicado ao jornalismo especializado em Ciência e Saúde, mostrando rostos e marcas que têm atuado na nobre função de informar e orientar a sociedade nesse campo. u Esse especial vai também se debruçar sobre as múltiplas ações e o significativo apoio que a causa da saúde e da ciência tem recebido de algumas das grandes marcas do País, seja para despertar o interesse e orientar a população sobre prevenção a doenças e outros temas sensíveis, seja para combater as fake news, que infelizmente não param de inundar as redes sociais da família brasileira. u A edição circulará no próprio dia 7 de abril (uma terça-feira) e será direcionada a todas as redações e assessorias de comunicação do País. Para participar, faça contato com Vinícius Ribeiro ([email protected] e 1199244-6655). Dia do Jornalista Especial de J&Cia focará o jornalismo que ajuda a salvar vidas Nacionais n O jornalista e ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social Franklin Martins foi deportado do aeroporto de Cidade do Panamá, em 6/3, durante uma conexão em viagem aérea com destino à Guatemala. u Em carta enviada ao Itamaraty, Martins relatou o que ocorreu ao chegar ao Panamá, quando lá esteve em trânsito. Dois policiais à paisana pediram seu passaporte e o chamaram para uma entrevista em área fechada do aeroporto internacional. Indagado sobre o que faria na Guatemala, afirmou que fora convidado a participar de um seminário na Universidad Rafael Landívar, na cidade de Guatemala, sobre o tema Reconstruindo Estados de bemestar social nas Américas. u Foi depois interrogado sobre sua condição de preso político durante a ditadura militar, como integrante do grupo marxista MR-8, em 1968. A Lei de Migração panamenha não permite a entrada no país a quem tenha cometido crimes considerados graves. Martins chegou a explicar aos policiais que “não havia cometido crime algum, mas lutado contra uma ditadura”. E propôs que as autoridades entrassem em contato com a Embaixada do Brasil, o que foi negado. Seguiu-se a deportação para o Brasil. u Após a intervenção do Itamaraty, e três dias depois do ocorrido, uma carta assinada pelo ministro das Relações Exteriores do Panamá foi dirigida a Mauro Vieira, que exerce o mesmo cargo no Brasil. Atribui o incidente à aplicação de alertas automáticos usados pelas autoridades e pede desculpas a Martins em nome do Governo da República de Panamá. Reitera consideração por sua trajetória como jornalista e servidor público, e afirma que teria prazer em recebê-lo no país na data que for conveniente. u Na carta ao Itamaraty, Martins dizia também que não acreditava ter sido alvo de perseguição pessoal, mas avaliava que o episódio pode ter ocorrido após um cruzamento de dados entre os governos do Panamá e dos Estados Unidos, que estabeleceria um procedimento padrão. E acrescentou que o caso talvez seja um “sinal dos tempos turbulentos que estamos vivendo”. Panamá deporta Franklin Martins e depois pede desculpas Franklin Martins Agência Brasil
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