Edição 1.555 - pág. 25 ANOS Todas e Todos por Elas: Vozes por Geordana e Mãos de Mulher, que propõem reflexões sobre diferentes vivências das mulheres no Brasil, reunindo obras e narrativas que abordam tanto a urgência do enfrentamento à violência de gênero quanto a valorização do trabalho e da potência feminina na Amazônia. n A Bienal das Amazônias voltou às atividades em 12/3 com duas exposições: a individual de Emmanuel Nassar, Meu Tema Sou Eu, e A Vida não é Paisagem, de Nay Jinknss e Bruno Jungmann. A imprensa toda estava por lá. n Começaram em Belém as oficinas do Toró das Artes, encontros criativos e formativos nas áreas de fotografia, audiovisual e gastronomia, realização do Instituto Cultural Amazônia do Amanhã – ICCA, por meio da Lei de Incentivo à Cultura – Rouanet e patrocínio do BTG Pactual. n Equipe de debatedores sobre o Oscar 2026 falou sobre a festa diretamente na Redação Integrada O Liberal e YouTube, na noite de 15 de março. n Na sexta-feira, 13/3, houve uma celebração no bar Igreja do Rock em homenagem a Márcio Souza Cruz, que faleceu na semana passada. (Com a colaboração de Dedé Mesquita – dedemesquita@ gmail.com) Pará Exposição Casa Sesi Bienal das Amazônias O Liberal Homenagem a Márcio Sousa Cruz 100 ANOS DE RÁDIO NO BRASIL Por Álvaro Bufarah (*) (*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo. Quando a inteligência artificial aprende a ouvir música como gente Nesta semana, Álvaro Bufarah aborda a parceria entre Universal Music Group e NVIDIA, que marca mudança de paradigma na IA musical com o modelo Music Flamingo, capaz de analisar não só padrões técnicos, mas também dimensões emocionais, culturais e simbólicas das músicas. A proposta é superar sistemas baseados em correlação estatística, como os de streaming, e avançar para uma compreensão mais “humana” da música, centrada no sentido e na experiência. O projeto inclui uma incubadora em que artistas atuam como coautores da tecnologia, buscando evitar a produção massificada e sem identidade, típica da IA generativa. Além de criação e recomendação, o sistema pretende organizar o catálogo musical global como uma espécie de “memória cultural ativa”. A iniciativa também reflete a disputa estratégica sobre controle de dados e direitos autorais, ao apostar em modelos treinados com obras licenciadas. No limite, a IA deixa de ser apenas ferramenta e passa a integrar o ambiente cognitivo da criação, ampliando – sem substituir – o papel humano na música. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas. Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.
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