Jornalistas&Cia 1556

Edição 1.556 - pág. 10 ANOS Vaivém das redações n Bruna Magatti Marques assumiu o cargo de editora assistente da propmark ([email protected]. br). Paralelamente, segue como editora-chefe na Revista The Winners ([email protected]), sobre o mercado de luxo n Darlan de Azevedo (darlan.junior@ estadao.com) começou há algumas semanas na Agência Estado como repórter de Internacional do Broadcast. Ele vinha colaborando como freelancer para o UOL e também passou por Safras & Mercado e O Globo. n Giovanna de Oliveira Figueredo deixou a Empiricus, em que há quatro anos atuava na produção de brand contents, e acertou com a Seu Dinheiro, onde passa a atuar como repórter de PMEs, empreendedorismo, carreiras e imóveis. n Isabela Pagliari (ex-TNT Sports) assinou com a CazéTV no começo desta semana. No canal, será responsável pela cobertura da Copa do Mundo e de outros grandes eventos esportivos ao longo da temporada, com reportagens e conteúdos especiais. Mais informações no Portal dos Jornalistas. n Márcio Padrão, depois de dois anos atuando como repórter freelancer para o UOL, foi efetivado e assumiu o cargo de redator de home page. Antes, passou por Canaltech, g1, Folha de S.Paulo e pelo próprio UOL. n Victória Batalha ([email protected]) deixou o Jornal dos Concursos, onde começou a carreira como estagiária, e é a nova repórter da Revista Oeste. Bruna Magatti Marques Darlan de Azevedo Giovanna de Oliveira Figueredo Isabela Pagliari Márcio Padrão Victória Batalha 100 ANOS DE RÁDIO NO BRASIL Por Álvaro Bufarah (*) (*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo. CBS encerra operação de rede de notícias Na coluna desta semana, Álvaro Bufarah aborda o fechamento da rede de rádio da CBS News, com cerca de 700 afiliadas, apresentado como um sinal de transformação estrutural no ecossistema da informação. Segundo ele, o modelo tradicional, baseado na distribuição linear e em grandes estruturas, perde espaço para o consumo sob demanda e plataformas digitais, impulsionado por mudanças no comportamento do público e pela migração de investimentos publicitários para ambientes mensuráveis. Além da queda de audiência, pesa o alto custo operacional do rádio em comparação com modelos mais enxutos. A decisão reflete, assim, uma readequação econômica, não apenas editorial. O texto destaca o paradoxo: ao mesmo tempo em que ganha eficiência e personalização, o sistema perde capilaridade, diversidade e presença local – características históricas do rádio como infraestrutura social. O caso simboliza uma transição mais ampla, em que a centralidade dos meios cede lugar à lógica das plataformas, levantando dúvidas sobre os impactos dessa mudança para o futuro do jornalismo. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas. Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.

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