Edição 1.556 - pág. 27 ANOS n O Amazônia Vox inicia em 30/3 a série Destino Amazônia: mais conhecimento para melhores coberturas em turismo, projeto original, com apoio de Sicredi e Sebrae, que vai mostrar em dez episódios algumas das paisagens, comunidades e apresentar o potencial do turismo na região, percorrendo os nove estados da Amazônia Legal ao longo de 2026. u Antes de iniciar a produção em campo com profissionais da região, o projeto incluiu um ciclo de webinars, promovendo uma formação com debates, troca de conhecimento e experiência com comunicadores, jornalistas e pesquisadores do turismo. A formação, aberta e gratuita, será realizada de 30 de março a 1 de abril, sempre às 19h, no horário de Brasília. As sessões são voltadas ao público que produz ou deseja produzir conteúdo com enfoque turístico, mas a inscrição pode ser feita por profissionais e estudantes de diferentes áreas e interessados no tema. Inscrições aqui. (Com a colaboração de Dedé Mesquita – [email protected]) Pará PRECIO SIDADES do Acervo ASSIS ÂNGELO Contatos pelos [email protected], http://assisangelo.blogspot.com, 11-3661-4561 e 11-98549-0333 O cego na História (48) Na coluna desta semana, Assis Ângelo parte de registros históricos e estatísticos para refletir sobre a condição humana, destacando inicialmente o primeiro censo brasileiro do século 19, marcado por uma população numerosa e majoritariamente composta por pessoas escravizadas, submetidas a violência, exploração sexual e práticas desumanas. Em paralelo, aborda a escassez de estudos sobre deficiência visual, contrapondo-a a dados recentes do IBGE e de instituições como a Fundação Dorina Nowill, além de números globais da OMS que apontam a dimensão do problema. O texto então se desloca para um viés histórico-cultural ao relembrar Nostradamus, suas previsões e a famosa profecia sobre a morte do rei Henrique II, frequentemente citada como exemplo de acerto. Assis menciona ainda interpretações que atribuem ao vidente antecipações de grandes eventos históricos, como guerras e revoluções, ironizando a ideia de previsões apocalípticas – especialmente as relacionadas a conflitos recentes no Oriente Médio. Ao final, o autor costura passado e presente para sugerir a permanência da violência e das tragédias humanas ao longo da história, com destaque simbólico para a recorrência de guerras e práticas brutais, como ataques direcionados aos olhos, fechando o texto com tom crítico e reflexivo sobre a humanidade. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas. Especial Uma Edição histórica!!! Acesse
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