ESPECIAL DIA DA IMPRENSA Edição 1.565 - pág. 11 ANOS promoções e naquele momento já atuava na área administrativa. Na nova função, passou a ter mais contato com diversos jornalistas da casa, especialmente quando participava de ações de integração e competições organizadas pelo Grupo. Ele fez parte, por exemplo, da equipe de tênis de mesa da Editora Abril que foi vice-campeã em um torneio de empresas disputado no Sesc. Já no futebol, sua grande paixão, qualquer oportunidade que surgisse para disputar uma partida ele também agarrava. “Uma vez, em um campeonato interno de futebol, calhou de meu time jogar contra o dele”, recorda Silvio. “Edu jogava como zagueiro, e pensa num cara carniça para te marcar. O lazarento ficava pegando no meu calção e puxando pra baixo, aí acabava caindo e o juiz ainda dava falta para ele. A verdade é que tínhamos muita raça e vontade, mas nos faltava talento. Ainda bem que ele seguiu carreira no jornalismo e não no futebol (risos)”. Jornalista em formação, e trabalhando em uma empresa jornalística, Eduardo esperava ansiosamente o momento em que finalmente teria uma oportunidade na área que escolheu. E ela veio de maneira informal, quando surgiu uma vaga no Tabelão da revista Placar, que reunia classificações e resultados de todos os campeonatos do Brasil e do mundo. O fechamento do Tabelão era sempre nos finais de semana, predominantemente aos domingos, e o convite veio de um colega da faculdade que já trabalhava na revista. Foram três anos colaborando com a publicação, período bastante intenso, em Uma das muitas reuniões de reencontro da turma de Jornalismo da Faap. Ao lado de Edu, na ordem: Áurea Gomes, Antonio Mafra, Dirce Helena e Gleise Santa Clara
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