ESPECIAL DIA DA IMPRENSA Edição 1.565 - pág. 13 ANOS diferentes em determinado momento de suas carreiras, até firmarem a parceria no J&Cia, em 2005. Foi na época da Placar que Edu teve duas decepções que acabaram selando sua saída da Editora Abril. A primeira quando Carlos Alberto Noronha anunciou sua saída da revista, abrindo assim uma vaga efetiva na redação. “Pensei: poxa, estou aqui já faz um tempo, conheço bem o Tabelão, é minha chance! Cheguei para o Juca Kfouri e perguntei sobre a vaga que o Carleta deixou, que eu queria me candidatar. Mas Juca disse: ‘Desculpe, Edu, mas essa vaga já tem dono, não vai ser pra você desta vez’. Fiquei bem desanimado e decidi sair da Placar”. Mais tarde, viria a segunda decepção. A Abril tinha um programa de bolsas de estudo para funcionários, e ele pleiteou uma para ajudar com seus estudos na Faap. “A Abril sempre tratou muito bem os funcionários, e, na minha cabeça, tinha tudo pra dar certo. Fui me inscrever, mas, para minha surpresa, a bolsa foi negada sob a justificativa de que a Abril só concedia esse benefício se a pessoa estivesse trabalhando na área em que pleiteasse a bolsa de estudos. Aquilo foi um balde de água fria, porque eu não conseguia compreender como é que uma pessoa que está numa empresa, que é apaixonada pela empresa, quer seguir carreira na empresa, naquilo que a empresa faz, e não é apoiada. Foi a gota d’água. Então comecei a procurar outro emprego e acabei saindo da Abril”. Juca Kfouri, Eduardo Ribeiro e Luis Nassif: apesar da decepção no início da carreira, o bom relacionamento manteve-se intacto ao longo das décadas
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