Edição 1.577 - pág. 15 ANOS uma competição literária em formato de mata-mata inspirado no futebol, sob a inspiração da Copa do Mundo Feminina, que será no Brasil, em 2027. n A CoWork Comunicação ampliou sua atuação no setor de saúde com a conta do Sabará Hospital Infantil, instituição especializada em pediatria com 60 anos de vida. A conta será liderada por Renata Soller e terá Silvana Pareja à frente do atendimento estratégico e Elaine Luca no relacionamento diário com a imprensa. n A V3COM, de Curitiba, dirigida por Ricardo Voigt, incorporou ao time de clientes a Novonesis, empresa global que é resultado da união entre Novozymes e Chr. Hansen e que atua no desenvolvimento e na produção de biossoluções para segmentos como alimentos e bebidas, agricultura, saúde e nutrição animal, bioenergia e processos industriais. Pelo mercado n A Race Comunicação realizará, em 15/9, na Unibes Cultural, em São Paulo, de 8h30 às 12h, a primeira edição regional latino-americana do Influência que Move Latam Summit, focado em discutir o novo papel da influência corporativa como ativo estratégico. u Com participação de executivos de comunicação, marketing e negócios, o encontro terá como pano de fundo a apresentação dos principais resultados da pesquisa global PRGN Influence Insights 2026, da Public Relations Global Network (PRGN), e depois, em mesa-redonda, vai debater a influência corporativa na prática. Inscrições gratuitas neste link. Comunicação Corporativa 100 ANOS DE RÁDIO NO BRASIL Por Álvaro Bufarah (*) (*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo. O dilema da mensuração no áudio digital O crescimento do áudio digital fragmentou a audiência entre streaming, podcasts, videocasts, YouTube, RSS e dispositivos inteligentes, tornando cada vez mais difícil medir o consumo de forma integrada. Segundo Álvaro Bufarah, as plataformas operam como “jardins fechados”, com critérios próprios de contagem e pouca transparência, impedindo comparações confiáveis entre alcance, frequência e tempo de atenção. Essa fragmentação também prejudica anunciantes, produtores e veículos, que enfrentam dados duplicados e dificuldade para avaliar o retorno dos investimentos. Para o autor, o amadurecimento econômico do setor depende da criação de padrões abertos, auditorias independentes e métricas interoperáveis, capazes de dar ao mercado uma moeda comum de mensuração. Leia a íntegra no Portal dos Jornalistas. Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link. Construir vínculos e inspirar as pessoas: é para isso que existimos.
RkJQdWJsaXNoZXIy MTIyNTAwNg==