Edição 1.388 página 23 Norte Amazonas n Ademar Vieira, também roteirista e quadrinista, foi escolhido para desenvolver a HQ Death Hunt, obra inacabada do mestre dos quadrinhos de super- -heróis, o norte-americano Stan Lee. O anúncio foi feito durante a CCXP22, em São Paulo, em 4 de dezembro. u Segundo Ademar, o convite para roteirizar Death Hunt surgiu após a produtora Pow! Entertainment, empresa do Stan Lee, ter tido a ideia de buscar parceria no Brasil para que os artistas brasileiros pudessem falar sobre o tema Amazônia, cenário da história. A produtora de quadrinhos Eleven Dragons, de São Paulo, foi a escolhida, mas o CEO da empresa, JP Sette, achava que não tinham estofo para falar sobre a Amazônia e decidiu chamar artistas do Norte. u Para o roteirista, o desafio foi atualizar a obra inacabada deixada por Stan Lee e dar mais protagonismo para a Amazônia e todas as questões que a envolvem. u A artista visual indígena paraense Tai Silva é a colorista; e a leitura sensível ficou por conta da ativista e pesquisadora amazonense de relações étnico-raciais Jamille Anahata. O ilustrador paraense Keoma Calandrini também participa da obra como artista convidado. n A agência de notícias Amazônia Real publicou matéria de Leanderson Lima que mostra os riscos aos jornalistas na cobertura de atos antidemocráticos. O material cita a estatística publicada em novembro pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), que mostra que em todo o Brasil, desde a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições, já foram registrados pelomenos 65 episódios de violência política contra jornalistas e comunicadores. n A propósito da Amazônia Real, a reportagem especial da agência Rondônia Devastada recebeu menção honrosa do Prêmio IREE de Jornalismo. A reportagem, publicada emmaio, foi produzida por Elaíze Farias, Karla do Val e Fábio Pontes, com fotografias e vídeos de Alexandre Cruz Noronha. O trabalho investiga como madeireiros, grileiros e empresários do agronegócio, apoiados por governantes, apossaram-se de Rondônia para destruir a floresta. Confira! n Pela 13° vez, aMotoHonda da Amazônia reuniu comunicadores de Manaus para confraternizar e agradecer o apoio dispensado na divulgação de seus projetos. A tradicional festa tem à frente o casal Ari Mota e Cris Oliveira, responsáveis pela assessoria de imprensa. u O evento, que foi antecipado por causa dos jogos da Copa doQatar, teve a presença de itens dos Bois Garantido e Caprichoso, que animaram a noite com o “dois pra lá e dois pra cá”. Entre as convidadas, Andréa Vieira, da Rede Tiradentes, evoluiu com seu boi do coração, o Garantido. n O evento Metazônia − ConectandoManaus comoMundo, nesta quarta-feira (7/12), a partir das 9h, teve workshop sobre o Marco Legal das Startups, Campeonato de FreeFire e ainda cinco palestras, com o objetivo de conectar pessoas e ampliar o debate sobre Inteligência Artificial (IA), Metaverso e omovimento de transformação digital. Gratuito com transmissão ao vivo pelo canal do Metazônia no YouTube. u O Metazônia é promovido pela Getter Amplified Industry, startup ligada ao campo da IA, e pelo Instituto Centro de Tecnologia de Software (ICTS).. (Com a colaboração de Chris Reis, da coluna Bastidores − [email protected]) Ademar Vieira Andréa Vieira n As mineradoras Mineração Rio do Norte (MRN) e Vale, no estado do Pará, emparceria com a agência Temple Comunicação, que atende às duas companhias, foram premiadas na 48ª edição do Prêmio Aberje, realizada na semana passada em São Paulo. u Com a apresentação dos cases MRN pra Todos: iniciativas afirmativas, diversidade e inclusão em Porto Trombetas (PA) e Papo de Raiz – A Amazônia em série cultural, em uma parceria que fomentou boas práticas na área de comunicação, as mineradoras se consolidaram em categorias nacionais do Prêmio Aberje e reforçaramo posicionamento de suas marcas. u O projeto da MRN, premiado na categoria Diversidade e Inclusão, foi desenvolvido em parceria com a Temple, a Tribo Consultoria e a Amoramais. A apresentação da iniciativa destacou um projeto estratégico da mineradora, com o desafio de aumentar a representatividade e a pluralidade de pessoas na companhia. u O da companhia Vale, premiado na categoria Mídia Audiovisual, foi criado pela Temple e desenvolvido em parceria com a produtora Clarté e Artplan. Com o desafio de lançar um novo olhar sobre os signos que fazem parte da cultura paraense, as equipes desenvolveram uma websérie, conduzida por Jeff Moraes, influenciador digital e artistamultimídia afroamazônida, por meio do Instituto Cultural Vale. u Com a dupla honraria nacional, a Temple chegou este ano a 32 vitórias na premiação. Quem Pará Cleide Pinheiro e Adriana Monteiro
RkJQdWJsaXNoZXIy MTIyNTAwNg==