Jornalistas&Cia 1388

Edição 1.388 página 3 Nacionais conitnuação - Últimas n J&Cia produziu na última semana três edições especiais para a série +Admirados da Imprensa Brasileira: duas com as cerimônias de premiação dos +Admirados de Economia, Negócios e Finanças e dos +Admirados de Saúde, Ciência e Bem-Estar (Prêmio Einstein) e outra comos vencedores dos +Admirados de Tecnologia. Confiram! n Morreu nesta quarta-feira (7), em Brasília, o jornalista Sérgio Amaral, diretor de jornalismo da TV Band na capital federal. Ele lutava há cinco anos contra um câncer. u Sérgio Amaral tinha 66 anos. Formado em relações públicas e jornalismo, era pós-graduado emadministração emarketing. O jornalista mineiro estava na Band desde 2011. Na emissora, foi diretor de jornalismo, apresentador e comentarista de política. u Emmais de 40 anos de profissão, teve passagem por veículos impressos de Minas Gerais e por outras emissoras de TV, como Record, SBT e Manchete. O jornalista deixa esposa, três filhos e uma neta. +Admirados em dose tripla O adeus a Sérgio Amaral n Márcia Maria Cruz, coordenadora do núcleo de Diversidade no jornal Estado de Minas, recebeu o prêmio Troféu Mulher Imprensa, considerado um dos mais importantes na valorização do trabalho de mulheres comunicadoras em todo o País, na categoria Diversidade. Mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal da Bahia e doutora emCiência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais, integra o coletivo de jornalistas negros Lena Santos. u Ela falou a Admilson Resende, correspondente de J&Cia em Minas Gerais, sobre sua carreira prof issional e como mulher preta e intelectual, rompendo comos estereótipos das pessoas negras. Disse acreditar em outra forma de fazer jornalismo: uma que também ajude a repensar a sociedade e colabore para ser mais diversa e plural. Jornalistas&Cia − Você acabou de receber o 16° Prêmio Troféu Mulher Imprensa, sendo destaque na categoria Diversidade. Qual é a representatividade do prêmio? Márcia Maria Cruz − A conquista do Troféu Mulher Imprensa foi o reconhecimento de uma trajetória no jornalismo. Fiquei muito honrada e feliz. Vencer na categoria Diversidade memostra que esse troféu não é só meu. Esse reconhecimento vem junto de um compromisso de defesa da diversidade no jornalismo. J&Cia − Como foi o início de sua trajetória no jornalismo? Márcia − O meu primeiro contato com o jornalismo foi na adolescência, quando assumi a programação de uma rádio de campanas (alto-falantes) na Associação Comunitária da Barragem Santa Lúcia. Uma emissora que entrava no ar no fimda tarde, nos postes da comunidade, ao longo da rua principal. Todos os dias, às 18h, colocava para tocar a Ave Maria. Falava, ao longo da programação, sobre cuidados com o meio ambiente, coleta de lixo. Não tinha clareza que era um trabalho jornalístico. Contudo, era algo que eu já sabia da importância e da potência. Eu tinha 14 anos. Aos 17, fiz vestibular para Jornalismo e foi a melhor escolha. Desde o primeiro dia de aula, sabia que eu Por um jornalismo antirracista que proporcione uma sociedade mais diversa e plural Márcia Maria Cruz HÁ 10 ANOS APERFEIÇOANDO O MERCADO DE COMUNICAÇÃO VOCÊ TEM QUE ESTAR AQUI! A MAIOR FERRAMENTA DE ENVIO DE RELEASES DO BRASIL! MAIS DE 55 MIL JORNALISTAS NO MAILING DE IMPRENSA! O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO PARA CONTRATAR?

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